Senta que lá vem história

Vida PessoalPublished May 19, 2007 at 11:30 22 Comments

Leninha e DiguinhoEssa semana me cadastrei no fórum Memoriale e respondi a um tópico que sugeria falar de como havíamos conhecidos nossos namorados.

Como não sei ser sucinta, saiu um post e isso porque só coloquei o lado bom da história. Pulei a parte em que estava passando por um monte de problemas quando nos conhecemos, a parte em que a mãe dele nãoo queria que namorássemos…

Enfim, coloquei minha resposta aqui porque é sempre bom lembrar de como tudo começou, né?

Senta que lá¡ vem a história…

Bem, nos conhecemos na igreja em que freqüentamos.

Ele é seis anos mais novo que eu e fazia parte dos Embaixadores do Rei (organização batista masculina de adolescentes ).

Era uma organizaçãoo que me emocionava muito, porque eram quase crianças (ele tinha 17 e eu 23), mas que tinham um compromisso muito grande com a obra de Deus.

Como sou professora, sempre tive muita afinidade com adolescentes. E estava sempre perto deles.

Eu dava aulas num cursinho à noite, chegava em casa quase 23:00 e todas as noites os embaixadores estavam na calçada de minha casa com violão, cantando e conversando besteira.

Eu sempre ficava ouvindo e ria muito com eles!

Rodrigo, muito inteligente (e culto, deve-se ressaltar), sempre conversava coisas interessantíssimas. E eu adorava ouvi-lo falar.
Ele estava em ano de vestibular e pretendia (e conseguiu) cursar economia na UFPE o que me deixava mais encantada com ele, porque sou apaixonada por economia e também tinha estudado na UFPE.

Além disso, moramos na mesma rua, congregamos na mesma igreja, fizemos o primeiro e segundo graus nas mesmas escolas, mas, por motivos óbvios, em épocas diferentes. Então nossas listas de afinidades, coincidências e afins sempre foi muito grande.

Uma noite, 24/03/2004(semifinal da Libertadores da América) cheguei do trabalho e não vi Rodrigo. Naquele momento percebi que sentia falta dele, porque fiquei muito triste quando me disseram que ele (paulista, paulistano e são-paulino doente) havia ido para casa ver o jogo do São Paulo.

Naquela noite, custei a dormir, porque não me deixava admitir que poderia estar apaixonada por uma criança.

No sábado seguinte (27/03/2004), ele passou em minha casa para irmos juntos ao culto dos jovens da igreja. E assim que saímos de lá¡ eu disse a ele (não muito claramente, ou melhor, totalmente obscuramente) que estava apaixonada por ele.

Apesar de termos nos beijado apenas 21 dias depois disso, concordamos que nosso namoro começou ali porque como diz o velho Aurélio: namorar é
v. tr., galantear, requestar; cativar; procurar inspirar amor a; pretender o amor de; andar de namoro com;

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